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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
CULTURA DIGITAL UMA ANÁLISE DA ATUAL REALIDADE.
1 - Como
a infância e a juventude contemporâneas se comportam na cultura digital
A rapidez com que esta se desenvolvendo as tecnologias promove o desenvolvimento de uma nova cultura desenvolvendo novas maneiras de formar e informar a sociedade. Atualmente, o computador já não é mais uma máquina, é um aliado da informação capaz de transformar o que entendemos por aprender e ensinar. A juventude se insere nesse meio com muita facilidade, essa geração não mudou apenas em termos de avanço em relação ao passado, essa mudança vai além, pois fazem parte da difusão da tecnologia digital.
Os interesses dos jovens hoje diante das novas tecnologias se mostram na criação de sites, na comunicação através de e mails, chats, ICQ, Skype, jogos e brincadeiras em rede com amigos virtuais localizados em partes diferentes do mundo, baixam músicas e clips.
Percebe-se a utilização das tecnologias muito mais para entretenimento do que para fins acadêmicos. Fazem o uso também de celulares de ultima geração que com acesso a Internet permitem acessar uma infinidade de aplicativos, além de tirar fotos e filmar. Fica perceptível a utilização da capacidade máxima de seus computadores e celulares para interação e criação.
Quanto a infância, é uma geração que nasce respirando tecnologia e de certa maneira se faz autora do mundo digital, como as próprias crianças, os programas disponíveis são velozes e interativos, além disso, possuem fácil acesso.
A base da nova geração é a interatividade, pois ela busca ser usuária e não apenas espectadora ou ouvinte, o essencial não é saber como funciona, mas como fazer funcionar. Na rede as atividades disponíveis são inúmeras, as crianças utilizam a mídia digital para seu entretenimento, para aprender e comunicar-se.
2 - Papel
da escola na cultura digital e a relação entre as TDIC e tal cultura
Em se tratando do papel da escola na cultura
digital, é importante ressaltar que muitos educadores entendem esse processo
como suporte para ilustrar um conteúdo e acreditam que mesmo os alunos tendo
uma familiaridade maior com as tecnologias, eles não são capazes de transformar
informação em conhecimento. E, neste sentido, os educadores têm pela frente o
papel de mediador.
A escola tem o papel de incentivar os professores a explorar atividades com o uso das TDICS (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) que envolvam os alunos como parceiros na construção ativa de conhecimento e aprendizagem, promovendo assim uma cultura digital dentro da escola, pois no mundo globalizado e informatizado no qual estamos inseridos, as relações com o conhecimento adquirem novas dimensões, em que a escola deve propiciar descobertas para novas atitudes pedagógicas, promovendo os requisitos necessários para viver em uma sociedade em transformação.
As TDICs podem operar como ferramenta de aprendizagem, proporcionando várias formas de interação e de participação dos alunos como seres ativos, construtores do conhecimento de forma interativa, prazerosa e lúdica. Sem dúvida, essa tarefa não é fácil. Distanciar-se de modelos de educação expositivos pode ser extremamente difícil, mas há necessidade de ser criativo e inovador, proporcionando a aprendizagem dos alunos, buscar envolver-se em ambientes mediados digitalmente junto com eles, desenvolvendo assim a cultura digital dentro da escola.
A escola tem o papel de incentivar os professores a explorar atividades com o uso das TDICS (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) que envolvam os alunos como parceiros na construção ativa de conhecimento e aprendizagem, promovendo assim uma cultura digital dentro da escola, pois no mundo globalizado e informatizado no qual estamos inseridos, as relações com o conhecimento adquirem novas dimensões, em que a escola deve propiciar descobertas para novas atitudes pedagógicas, promovendo os requisitos necessários para viver em uma sociedade em transformação.
As TDICs podem operar como ferramenta de aprendizagem, proporcionando várias formas de interação e de participação dos alunos como seres ativos, construtores do conhecimento de forma interativa, prazerosa e lúdica. Sem dúvida, essa tarefa não é fácil. Distanciar-se de modelos de educação expositivos pode ser extremamente difícil, mas há necessidade de ser criativo e inovador, proporcionando a aprendizagem dos alunos, buscar envolver-se em ambientes mediados digitalmente junto com eles, desenvolvendo assim a cultura digital dentro da escola.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
EXPECTATIVAS EM RELAÇÃO AO CURSO
A expectativa em relação ao
curso “Educação na Cultura Digital” é grande, de uma vez que a tecnologia
dentro das escolas possibilita a integração entre alunos e professores, de
maneira que o ensino aprendizagem torna-se dinâmico e facilitador do processo
de inovação tecnológica do conhecimento. Pois com certeza, o uso das
tecnologias devem mudar a forma de ensinar e aprender e não somente ser usado
dentro da escola como uma ferramenta, requer planejamento e comprometimento por
parte do educador para que desperte o interesse e a vontade de aprender do
educando .
Espera-se desmistificar o
uso das tecnologias em sala de aula, dar um passo além da utilização atual,
preocupando-se não somente com a informação e o conhecimento, mas evidenciando
o lado humano e as relações sociais da nossa clientela, é preciso se lançar
nesse novo mundo para ensinar as competências que ele requer, se apropriar da linguagem
das novas mídias e seu significado nas salas de aula.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL.
O gestor da Escola de Educação Básica
Gonçalves Dias Adilson Dalagnol, os professores orientadores de tecnologias
Jesié da Rosa e Patricia Faquin e a professora de Matemática e Física Samanda
Gomes Frozza, estão participando desde o mês de Agosto de um curso de pós
graduação “EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL”
oferecido pela UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina e LANTEC –
Laboratório de Novas Tecnologias com
parceria da SED - Secretaria Estadual de
Educação; UNDIME – União Nacional de Dirigentes Municipais da Educação e MEC –
Ministério da Educação. Esse curso objetiva “uma formação apoiada no
compartilhamento de experiências que exploram, demonstram e analisam as possibilidades criativas de
integração das tecnologias digitais de informação e comunicação aos currículos
escolares”.
Portanto, ele vem de
encontro aos nossos anseios quanto educadores na busca de atualização constante,
principalmente no que tange a evolução tecnológica que invade nossas salas de
aula com uma velocidade instantânea. É importante ressaltar que as atividades
estão sendo desenvolvidas pelo grupo que representa a E. E. B. Gonçalves Dias
no curso, mas que o mesmo grupo trabalha de maneira coletiva com toda a comunidade
escolar, procurando desenvolver a
cultura digital dentro da escola.
As atividades desenvolvidas durante o curso estarão sendo postadas no blog da Escola.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Aviso...
Gostaríamos de comunicar a toda comunidade que as atividades desenvolvidas na Escola estarão sendo postadas no Facebook na página:
https://www.facebook.com/eebgoncalves.dias.3?fref=ts
Continue nos acompanhando.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Trabalho com Patchwork.
Patckwork é “ trabalho com retalho”. É uma técnica que une
tecidos com formatos variados. Sendo assim, com o intuito de Reciclar tecidos,
bem como desenvolver a coordenação motora fina (trabalhar os movimentos
cortar/alinhavo) e promover a concentração, os alunos do 1º ano EMI realizaram
a técnica mencionada.
Materiais utilizados: Retalhos de tecidos, agulha, linha,
papel auto colante, pano de saco e
máquina de costura, ferro de passar.
Parabéns a todos! O resultado ficou lindo!
Escrito por Professora Heliany Goetten.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Arte Rupestre
Arte Rupestre
É o termo que denomina as
representações artísticas pré-históricas realizadas em paredes e tetos de
cavernas, e abrigos rochosos ou mesmo sobre superfícies rochosas ao ar livre.
As representações eram pinturas, composições realizadas com pigmentos, e gravuras,
incisões na própria rocha. Trazem representações de animais, plantas, pessoas e
sinais gráficos abstratos. Ilustrando cenas de caça, do cotidiano e rituais.
Utilizando como material tintas naturais retiradas de óxidos minerais, carvão,
vegetais, terra e sangue de animais. Os elementos sólidos eram esmagados e
dissolvidos na gordura dos animais caçados.
Após a contextualização deste
período artístico os alunos do 1º ano 09 regular confeccionaram tintas naturais
utilizando terra e pedras moídas misturadas com cola, que tem a função de
aglutinante o qual fixa a tinta. Com estas tintas naturais pintaram painéis
representando a Arte Rupestre.
Turma: 1º ano 09 Regular.
Professora de Artes: Micheli
Christ.
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